
JoanaA.
domingo, 12 de setembro de 2010
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
Já nem me lembro como se escreve. Afinal...dito o que sinto, ou dito o que me vai na cabeça? Inúmeros registos me perseguem. Eu sempre os deixei ficar para trás, enquanto seguia em frente. Devo eu trazê-los comigo? Podem ser registos importantes...e...caso o sejam, estou a perder uma grande parte de informação. Mas...certos registos, entram em mim, prendem-se, e dali não saem mais. Aliás, não há forma de eu tentar sequer chegar até eles. Estão longe do alcance das minhas mãos, ou de algo que os possa puxar para fora do meu interior. Se a vontade deles é permanecer ali...que ali fiquem. Não os impeço! Desde que...não me tragam problemas. E os registos, trazem efectivamente certos e determinados problemas.
Registei certas coisas, não tenho de revelá-las, pois chega dizer que elas ficam registadas por si mesmas. Ainda bem que as registei, pois neste momento, não seria nada sem todos aqueles registos. Chamarei àquilo registos, ou memórias fixas de um determinado assunto? Está tudo interligado. Mas...quando por vezes tento repetir todos esses registos, pelo menos...de uma certa forma parecida, nada pode fazer voltar tudo a repetir-se. E aí, perco-me. Perco-me...não sei bem aonde. Só sei que fico perdida e bem perdida. Existem os certos sítios longe, mas existem aqueles que poucos conhecem: os sítios mais longe do que o próprio longe, sítios que não têm nome. Eu vou para lá sempre que me perco no meio de montes de registos que desejava voltar a repetir. E então, uma vez, temos uma certa oportunidade e...pelo menos alguns dos registos se voltam a repetir! Sentimo-nos capazes de mais, de ir ainda mais além. Sentimo-nos nós de novo, sentimos que recuperámos o perdido, sentimos que somos o vento, a água, a luz, a chuva, o Sol, a Lua...sentimos que somos o poder máximo de todos esses. E depois, quando todos esses registos para mim conhecidos como temporários, se vão (por isso mesmo temporários), volta a ruína. E uma ruína ainda pior do que a própria ruína. Nesses momentos, passamos a conhecer o verdadeiro fundo do fundo. Porque nem sempre que dizemos que estamos no fundo de um buraco, nos encontramos nele. Chama-se a essa ruína, e a sensação de estar realmente no fundo, de...ilusões. Ilusões precoces. É uma doença. Uma droga. Um pouco...insólita. A verdadeira razão pela qual depositamos tantas ilusões em torno de um registo que por fim se volta a repetir, não tem explicação. Apenas existem porque...têm de existir. As ilusões fazem parte do esquema bem planeado de quem criou a vida, quem o quer seguir, tem obrigatoriamente de passar por elas. Vivemos as ilusões, estamos dentro delas, e automaticamente somos auto-projectados do seu interior, de um momento para o outro, sem que ninguém nos dê uma única explicação mínima do seu porquê. Em torno disso gira a sua porção de injustiça, é verdade, mas contra isso, ninguém pode fazer nada. Nem contra isso, nem contras as ilusões e os registos que se apoderam de nós. A força deles é superior. E auto-junta-se aos nossos laços sentimentais interiores e...estamos rendidos. Rendidíssimos diria até. Nós próprios nos rendemos, nós próprios deixamos que eles se apoderem de nós. Pois sofremos, e voltamos a sofrer, mas sempre deixamos que as ilusões nos tomem o poder do olhar e o poder do coração que bate sem dar oportunidade de pausa
Estou neste momento a chorar! Estão-me a cair as lágrimas que á muito tempo...esquece, não consigo mais. Não aguento saber que vou estar tanto tempo sem as ver, não aguento saber que (eles) não percebm o que nós sentimos. Ninguém, mas ninguém mesmo sabe o que é amar alguém de verdade, o sofrimento quando vamos a um site para ver se vai haver mais algum concerto delas e aparece sempre a mesma coisa (á meses que é sempre a mesma treta) «Em brve novas datas» . Isto é desesperante. Muitos conseguem pensar no pior, não, eu não consigo, não consigo pensar que elas podem acabar, mas, se um dia isso acontecer, aí sim, posso dizer que fui derrotada. Até porque se isso acontecesse a minha vida (não vou dizer o que quase todos dizem «A minha vida acabava») não, mas sim, deixava de fazer sentido. A minha vida baseia-se nelas. As Just Girls são o motivo de tudo o que digo e faço.:$
OBRIGADA POR ME FAZEREM FELIZ!
Registei certas coisas, não tenho de revelá-las, pois chega dizer que elas ficam registadas por si mesmas. Ainda bem que as registei, pois neste momento, não seria nada sem todos aqueles registos. Chamarei àquilo registos, ou memórias fixas de um determinado assunto? Está tudo interligado. Mas...quando por vezes tento repetir todos esses registos, pelo menos...de uma certa forma parecida, nada pode fazer voltar tudo a repetir-se. E aí, perco-me. Perco-me...não sei bem aonde. Só sei que fico perdida e bem perdida. Existem os certos sítios longe, mas existem aqueles que poucos conhecem: os sítios mais longe do que o próprio longe, sítios que não têm nome. Eu vou para lá sempre que me perco no meio de montes de registos que desejava voltar a repetir. E então, uma vez, temos uma certa oportunidade e...pelo menos alguns dos registos se voltam a repetir! Sentimo-nos capazes de mais, de ir ainda mais além. Sentimo-nos nós de novo, sentimos que recuperámos o perdido, sentimos que somos o vento, a água, a luz, a chuva, o Sol, a Lua...sentimos que somos o poder máximo de todos esses. E depois, quando todos esses registos para mim conhecidos como temporários, se vão (por isso mesmo temporários), volta a ruína. E uma ruína ainda pior do que a própria ruína. Nesses momentos, passamos a conhecer o verdadeiro fundo do fundo. Porque nem sempre que dizemos que estamos no fundo de um buraco, nos encontramos nele. Chama-se a essa ruína, e a sensação de estar realmente no fundo, de...ilusões. Ilusões precoces. É uma doença. Uma droga. Um pouco...insólita. A verdadeira razão pela qual depositamos tantas ilusões em torno de um registo que por fim se volta a repetir, não tem explicação. Apenas existem porque...têm de existir. As ilusões fazem parte do esquema bem planeado de quem criou a vida, quem o quer seguir, tem obrigatoriamente de passar por elas. Vivemos as ilusões, estamos dentro delas, e automaticamente somos auto-projectados do seu interior, de um momento para o outro, sem que ninguém nos dê uma única explicação mínima do seu porquê. Em torno disso gira a sua porção de injustiça, é verdade, mas contra isso, ninguém pode fazer nada. Nem contra isso, nem contras as ilusões e os registos que se apoderam de nós. A força deles é superior. E auto-junta-se aos nossos laços sentimentais interiores e...estamos rendidos. Rendidíssimos diria até. Nós próprios nos rendemos, nós próprios deixamos que eles se apoderem de nós. Pois sofremos, e voltamos a sofrer, mas sempre deixamos que as ilusões nos tomem o poder do olhar e o poder do coração que bate sem dar oportunidade de pausa
Estou neste momento a chorar! Estão-me a cair as lágrimas que á muito tempo...esquece, não consigo mais. Não aguento saber que vou estar tanto tempo sem as ver, não aguento saber que (eles) não percebm o que nós sentimos. Ninguém, mas ninguém mesmo sabe o que é amar alguém de verdade, o sofrimento quando vamos a um site para ver se vai haver mais algum concerto delas e aparece sempre a mesma coisa (á meses que é sempre a mesma treta) «Em brve novas datas» . Isto é desesperante. Muitos conseguem pensar no pior, não, eu não consigo, não consigo pensar que elas podem acabar, mas, se um dia isso acontecer, aí sim, posso dizer que fui derrotada. Até porque se isso acontecesse a minha vida (não vou dizer o que quase todos dizem «A minha vida acabava») não, mas sim, deixava de fazer sentido. A minha vida baseia-se nelas. As Just Girls são o motivo de tudo o que digo e faço.:$ OBRIGADA POR ME FAZEREM FELIZ!
«Bem, já lá vão cerca de 12 anos ao teu lado, agora que faço as contas vejo que realmente já te aturo á muitos aninhos, aninhos suficientes para te conhecer como a palma da minha mão (a). Contigo vivi muitas alegrias, tristezas, partilhei muitos segredos, aqueles da infância xD, vivi muitos momentos parvos, foi muita cumplicidade :’) mas já algum tempito que tudo mudou e não foi á tão pouco tempo quanto isso já lá vai cerca de 5anos :o, bem…isso também não interessa, o que interessa é que apesar de termos novas amizades e novas maneiras de pensar, novos segredos que até já nem contamos uma á outra eu continuo a gostar muito de ti e todo o nosso passado está guardado no meu coração, onde ninguém o pode revirar apenas eu, onde várias vezes remexo e ao recordar várias coisas que passamos, sorrio, houve momentos únicos, inesquecíveis, inexplicáveis :$, só nós sabemos o que vivemos durante estes 12anos e agora? Agora que saímos sozinha, sem os pais xb? Quando vamos para o shop e pelo caminho temos as conversas mais parvas e tiramos as fotos com as quais nos partimos a rir e quando as estamos a ver, passamos cada vergonha :o e quando expetas altas gargalhadas no meio do shop e toda a gente fica a olhar :o? E quando saímos á noite (a) uhuh é uma festa e parece que nunca saímos de casa xD. Agora que a infância já passou, temos apenas algumas tardes para recordar as parvoíces, as brincadeiras, as vira
s e tantas outras coisas. Pois na infância era tudo bem mais fácil e os problemas? Ai esses? Esses nem existiam :$ era tudo bem mais simples $ agora parece que o mundo nos está sempre a cair em cima, apesar que a maior parte das vezes somos nós que fazemos um dia menos bom numa grande tempestade K mas nessas alturas ainda nos conseguimos apoiar uma á outra, apesar de tudo :$. Muita coisa mudou e pode continuar a mudar mas o sentimento permanece! Joana Maria Oliveira Queijadinhas, eu avisei que não estava inspirada :x por isso antes que diga mas coisas que não interessam a ninguém xau, xau, beijinhos, beijinhos, também gosto muito de ti (a). Eeeeee, oh que carago J (tu percebeste (a)). »
quinta-feira, 24 de junho de 2010
Amo-te, como o "sempre" não existe, não vou dizer que vou "estar" sempre contigo, mas vou dizer que se depender de mim vou permanecer junto a ti até ao último dos meus dias. E para mim, a distância não é um simples problema, é complicad, sim, mas, no que depender de mim (mais uma vez), não será isso que nos irá separar. Porque a distância pode separar dois olhares, mas nunca dois corações. E sim, posso não te conhecer fisicamente, nunca te ter abraçado, nunca te poder cumprime
ntar todos os dias, ou ver um sorriso teu pela manhã, mas a forma como te conheço sem ter de recorrer a tudo isso, basta-me. Tenho esperança de um dia te ver, e de poder concretizar tudo isso. Mantêm-te presente, mesmo que seja por um ecrã de computador (ou por mensagens), mas fica, apenas isso. AMO-TE TANTO, TANTO, TANTOOOO! És mais para mim do que algumas pessoas com quem convivo diariamente, por isso mesmo, mais uma razão para dizer que a distância não é o nosso maior problema.
RAQUEL FILIPA COSTA PORFIRIO
RAQUEL FILIPA COSTA PORFIRIO
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